28/09/2009

Pouco Tempo...


As palavras que antes brotavam,
hoje estão secas como folhas de outono.
Não há motivos, nem inspiração...
Como pode, alguém ficar assim?
Mas será que das cinzas,
poderá renascer alguma mudança?
Não via mais a beleza, de um amanhecer.
Nem que valeria à pena, sorrir e viver.
Meus olhos me levavam para um mundo distante...
Onde nunca esperaria chegar!
Por um tempo eu fui assim...
Alma e mente, juntas na solidão!
E mesmo sentindo-me morta e enterrada nas cinzas,
fiz questão de provar, que posso ter direito à felicidade.
Apesar das mentiras que ouço ao meu redor,
minha vida está passando; sem me dar a chance de vivê-la.
Esqueço que meu tempo é pouco.
Mas não quero deixar de viver, por amar...
Apenas, amar...
A vida!

13/09/2009

E sempre acabam emocionando a gente!

Aparecendo, para compartilhar presentes que emocionaram...
A gente some, mas as amigas lembram da gente!
Isso faz um bem enorme, num é?
Brigadu, viu?



Betty e Sandra, nada com morar em condomínio chic, num é?
E a vizinhança é ótima! Adorei!!!




Kamilinha, você é muito fofa! Adorei ir lá e conhecer tudinho!
Brigadu, pelo carinho! Valeu!




Fernanda, fui conhecer o blog e me encantei!
Vale a pena passar por lá! Brigadu, pelo prêmio!

03/09/2009

Abandonada?

Abandonada?

Quantas vezes não nos sentimos abandonados,
sozinhos, relegados a um último lugar?
E nesses momentos, não sabemos muitas vezes,
qual o caminho a seguir; por onde ir e até mesmo,
aonde chegar; estamos literalmente abandonados!
Não apenas, abandonados, pelo próximo!
Mas, infelizmente, por nós mesmos!
E isso, que nos dói mais!
Sentimos nossa vida vazia, e sem qualquer razão
de continuar; pois a esperança foi perdida!
Será que ainda existe - pelo menos - um pouco,
de lucidez, em nossos atos?
Onde foi parar a nossa sabedoria, em que
encruzilhada da vida, se desviou de nós?
Será agora tarde demais, para sair à sua procura?
E se a encontrarmos, o que faremos com ela?
Saberemos ainda, como agir, discernir ou
até mesmo, "re-viver" ou "re-aprender" a sentir,
ou ouvir seus sentimentos ou conselhos, para poder
seguir a vida, não como antes; mas pelo menos,
tentando "re-erguer" a cabeça, e "re-começar" outra vez!